Um momento a agradecer a Deus.

Um momento a agradecer a Deus.
Conduzir a tocha Olímpica foi um presente de Deus

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Rebaixamento no Brasileirão - 4 é muito. Luxemburgo tem razão.

Antes que me acusem de estar advogando em causa própria, meu time, o Vasco, não está ameaçado de rebaixamento no atual campeonato brasileiro. Sendo assim, fico mais à vontade para concordar com o técnico do Flamengo nessa tese contra o rebaixamento de 4 clubes no Brasileirão.

Isso é um absurdo. Dizer que a disputa para não cair é emocionante é, no mínimo, um ato de masoquismo. Isso mesmo, pois regojizar-se com a tragédia dos outros é uma demonstração de apreço ao ódio e à humilhação alheias. No entanto, minha preocupação maior é com a vida dos clubes do Brasil. Esse papo de cair para se reerguer e de superação é balela. Penalizar as torcidas desses clubes pela má gestão promovida por seu dirigentes é injusto. Condenar as marcas de grandes clubes ao constragimento da segunda divisão é algo desenecessário e abre espaço maior ainda para marcas estrangeiras no universo torcedor de nossas crinaças.

Num campeonato muito disputado, a distância entre o priMeiro rebaixado e o último representante do Brasil na Copa Sulamericana é mínima. Ou seja, o passaporte para o inferno é quase do mesmo tamanho daquele que permite ao concorrente uma turnê internacional. Durante o campeonato, isso tem reflexo direto no nível da competição. Ameaça de rebaixamento demite treinadores, afasta patrocinadores, queima jovens valores das divisões de base... enfim, é uma desgraça. Ninguém consegue trabalhar direito num ambiente desses. Leve em conta ainda que as janelas de tranferências internacionais desfiguram muitos times e conclua o quanto é sofrível a disputa do campeonato brasileiro.

Mas há quem goste e defenda esse tipo de coisa. Só no Brasil mesmo, onde a administração do maior esporte do país se esquece da saúde dos seus grandes e centenários clubes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário