
Quando eu era menino, galinheiro era uma coisa comum. Em cada esquina de comércio das ruas do Rio, sempre havia um ao lado do açougue, da quitanda, padaria, tinturaria e farmácia. As grandes redes de super mercados foram eliminando esse tipo de comércio. Quando vi o galinheiro em Vaz Lobo (subúrbio do Rio, entre Madureira e Irajá), nao resisti e registrei
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