Como todos já pereceberam aqui em nosso blog, sou vascaíno de coração, mente e alma, mas quero aqui repercutir a entrevista concedida por Andrés Sanches ao SPORTV na tarde de hoje (01/08/11), quando afirmou que pretende transformar seu clube no mais rico e forte do mundo, num período de três anos.
Não acompanho o cotidiano da administração dele à frente do Corinthians e não tenho, portanto, elementos suficientes para considerar a promessa dele possível, ou não, de ser cumprida. No entanto, é de extrema importância que um dirigente esportivo brasileiro tenha essa meta para sua instituição.
Tenho reiteradamente afirmado que o futebol brasileiro não pode se restringir a um papel secundário no cenário do futebol internacional. Não podemos ser apenas vendedores de talentos a preços baixos para outros mercados. Os patrocinadores que tenham negócios no mundo inteiro, ao colocarem suas marcas nas camisas de times brasileiros, precisam pagar um preço equivalente ao que praticam na Europa e compatível com o tamanho do mercado que o Brasil representa para seus produtos.
A realização da Copa do Mundo no Brasil é outro fator que posiciona melhor nossos clubes. O presidente do Corinthians olha nessa direção. Flamengo, Vasco, Palmeiras, Fluminense, Santos, São Paulo, Cruzeiro, Atlético Mineiro, Botafogo, Grêmio e Internaciona precisam pensar da mesma forma. Mais que isso, a CBF precisa ajudar a concretizar a projeção dos nosso clubes e a Rede Globo não deve comprometer sua grade de programação tão somente com a agenda corinthiana. O que ela está fazendo em benefício do Corinthians talvez tenha mais significado do que os incentivos públicos à construção do estádio em Itaquera.
No mais, fica a torcida para que o Vasco, que tem eleições amanhã, estrague os planos de Andrés e chegue ao topo mais rápido ainda. Ao Timão, primeiro, recomendo que conquiste a Libertadores.
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